7 fases. 4 a 8 semanas. Um perfil de identidade que pode ser usado como instrumento de trabalho.
A Brand Therapy não constrói identidades. Diagnostica-as.
A maior parte das abordagens ao branding pressupõe que a identidade pode ser construída a partir do zero, através de boas escolhas criativas e workshops bem facilitados. Às vezes funciona. Com mais frequência, produz marcas bem-feitas mas que não são genuínas — e as pessoas sentem a diferença, mesmo que não consigam nomear o que falta.
A Brand Therapy parte de um pressuposto diferente: a identidade de uma marca já existe nos seus padrões de comportamento, nas decisões que tomou ao longo do tempo, no que escolheu recusar e no que não consegue deixar de fazer. O trabalho é tornar isso visível, nomeá-lo com precisão e identificar onde o comportamento real diverge da identidade declarada.
É um trabalho de diagnóstico. Com instrumentos, com rigor, e com entregáveis concretos.
O modelo de personalidade mais validado empiricamente na psicologia, adaptado para descrever marcas a partir dos seus comportamentos observáveis — não das suas aspirações.
A distinção entre valores declarados (o que a marca diz que é) e valores operacionais (o que a marca faz quando ninguém está a ver). A congruência entre os dois determina a autenticidade percebida.
Processo de escavar as camadas fundadoras da marca — as decisões originais, os padrões recorrentes, as convicções que guiam o comportamento sem nunca terem sido nomeadas.
Identificação sistemática dos pontos de contradição entre identidade declarada e comportamento real. As incongruências são os sintomas que a comunicação não consegue resolver.
Inspirado em Jung: o que a marca recusa reconhecer em si própria. Os padrões que evita, os clientes que nunca sabe como posicionar, os mercados que foge sem razão aparente.
Construção do universo sensorial e estético que é coerente com o perfil de identidade — não como exercício criativo, mas como derivação lógica das conclusões do diagnóstico.
O processo não tem atalhos. Cada fase tem um propósito específico e produz um entregável que alimenta a fase seguinte.
A duração depende da complexidade da marca, do volume de material histórico disponível e da capacidade de resposta do cliente. O mínimo operacional é 4 semanas. Processos com múltiplos fundadores ou historial extenso podem requerer 8.
O documento principal do processo. Reúne personalidade, valores operacionais, arquétipo, incongruências e universo sensorial num formato utilizável pela equipa.
Descrição detalhada de cada ponto de contradição identificado, com a sua origem no historial da empresa e o impacto observável na comunicação.
Guia prático para usar o perfil de identidade em decisões concretas — de comunicação, contratação, oferta e parcerias. Porque um perfil que fica na gaveta não tem valor.
O processo é conduzido pela Digital Home, parceiro operacional exclusivo da Brand Therapy.
Pedir diagnóstico inicialNão. A Brand Therapy é exclusivamente diagnóstico de identidade. Não produz identidade visual, não escreve copy, não define estratégia de conteúdo. O que produz é o fundamento que torna todas essas intervenções coerentes e eficazes.
O perfil de identidade serve como referência operacional para todas as decisões de comunicação. Quem contratar para escrever copy, o tom de um email difícil, se aceitar uma parceria que não parece completamente certa — o perfil dá critério onde antes havia intuição.
Elevado. O processo requer tempo dos fundadores ou decisores — sessões de entrevista, revisão de materiais, resposta a questionários. Não é um processo que se delega completamente. A qualidade do diagnóstico depende directamente da qualidade do acesso.
Sim, com adaptações. O modelo foi desenvolvido para empresas mas aplica-se a marcas pessoais, particularmente em contextos onde a pessoa é a marca — consultores, autores, profissionais independentes com visibilidade pública.
Uma conversa de qualificação para perceber se o problema que está a descrever é um problema de identidade.
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